18 Jan 2017

No começo do século passado, o Brasil assistia a uma caçada sem precedentes ao mosquito Aedes aegypti. Era a época de figuras como o sanitarista Oswaldo Cruz, o presidente Rodrigues Alves e o implacável combate ao mosquito que tinha como maior mal a transmissão da febre amarela. Naquele tempo, a dengue ainda era um mal distante, e os médicos nem sequer podiam imaginar no que viria a ser zika e chikungunya.

Mais de 100 anos depois, o Brasil volta – mais uma vez – a ter o Aedes aegypti como o pior inimigo do verão. A bola da vez parece ser o chikungunya. Logo nos primeiros dias de 2017, o Secretário de Saúde do município do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Matos, disse em entrevista ao jornal O Globo que uma epidemia de chikungunya pode atingir metade dos cariocas (ou mais de 3 milhões de pessoas) neste verão. Fora isso, um levantamento do Ministério da Saúde aponta que ao menos 855 municípios brasileiros estão em situação de alerta ou risco de novas epidemias das doenças que tem o Aedes co...

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