2 Jul 2019

Urbanista propõe uma saída sustentável e não-segregadora para áreas de mananciais ocupadas por moradias precárias. Implica enfrentar a especulação imobiliária — e integrar políticas de habitação social, saneamento e transporte

Angélica Tanus Benatti Alvim entrevistada por João Vitor Santos, no IHU | Imagem: Felipe Rau

Quando ocorre um vazamento de óleo, a viscosidade do líquido faz com que ele se alastre e vá sufocando tudo que encontra pela frente, seja na água, seja na terra. E, na área contaminada pelo óleo, a vida se estabelece de forma precária.

Essa metáfora é ilustrativa e revela como a professora, arquiteta e urbanista Angélica Alvim compreende o crescimento desajustado de cidades brasileiras, o que chama de urbanização dispersa. “Os problemas da urbanização dispersa têm muito a ver com os problemas das cidades brasileiras, que crescem de forma espraiada, como se fosse uma mancha de óleo, sem planejamento”, reitera, na entrevista concedida por telefone à IHU O...

18 Jun 2019

A expansão urbana desordenada e o risco de uma escassez hídrica. Entrevista especial com Pedro Roberto Jacobi

Por: Patricia Fachin | 17 Junho 2019 IHU On-Line

A expansão urbana desordenada ou a ocupação inadequada de áreas da cidade geram “um somatório de problemas”, que se estendem desde a falta de moradia digna até a proliferação de doenças e o agravamento da crise ambiental. Como lembra o professor Pedro Roberto Jacobi, que pesquisa a "governança global da macrometrópole paulista face  às mudanças climáticas" e coordena o projeto temático Fapesp (2018-2022), intitulado "Governança Ambiental da Macrometropole Paulista  face às Mudanças Climáticas" (MacroAmb), “essa não é uma história nova” no Brasil. “É uma história que se repete: na medida em que a gestão pública não dá conta de uma demanda por moradia, de uma população que não tem recursos para entrar no mercado imobiliário, desencadeia uma expansão urbana desordenada”.

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14 May 2019

Segundo a Sabesp, choveu apenas 2,6 mm no mês

O sistema Cantareira opera com 58,6% de sua capacidade nesta segunda-feira (13). Segundo a Sabesp, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, que monitora o nível dos reservatórios do estado, choveu 2,6 mm no mês, sendo que a média histórica é de 78,6 mm.

O nível do manancial se manteve estável nas últimas 24 horas. Desde janeiro o reservatório saiu do nível de estado de alerta após seis meses operando com volume igual ou abaixo de 40%.

Confira os índices dos outros mananciais:

Alto Tietê – 94%
Guarapiranga – 91,3%
Cotia – 100,7%
Rio Grande – 102,2 %
Rio Claro – 102%
São Lourenço – 88,6%

4 Apr 2017

Obras do governo do Estado seriam a causa do assoreamento, de acordo com estudo

Obras do governo do Estado para bombear água do braço Rio Grande para o Alto Tietê seria, de acordo com estudo, a causa do assoreamento da Billings.

por Renato Fontes - ABCD Maior

O assoreamento de aproximadamente 800 metros na margem da represa Billings, no braço Rio Grande, resultado de obra do governo do Estado para aumentar o abastecimento de água para Capital iniciada em 2015, preocupa pesquisadores. É o que revela o estudo da primeira semana da Expedição Billings, projeto idealizado pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano), por meio do projeto IPH (Índice de Poluentes Hídricos), em parceria com a empresa ProMinent, que tem como objetivo traçar diagnóstico ambiental de um dos mais importantes reservatórios da região metropolitana do Estado.

"Além de perder a capacidade de armazenamento do reservatório, esse fenômeno pode provocar a proliferação de bactérias que gastarão o oxigênio da água, afetan...

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