13 Nov 2016

Malária, dengue e leishmaniose surgirão com mais intensidade; no cenário futuro, a partir do ano de 2041, cidades como Manaus, Presidente Figueiredo, Parintins, Lábrea e Boca do Acre sofrerão secas mais intensas. A foto abaixo é da seca do rio Negro em Cacau Pirêra, em Iranduba (Joel Rosa/Amazônia Real/2015)

 por Fábio Pontes - Amazônia Real 

No estudo “Vulnerabilidade à Mudança do Clima”, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisou as doenças contraídas pela população do Amazonas nos períodos de secas e enchentes extremas e as relacionou com as taxas de desmatamento e queimadas nesses períodos no estado, que tem a maior cobertura vegetal da Floresta Amazônica atualmente. 

A pesquisa também procurou fazer uma análise de como as pessoas estarão suscetíveis a serem impactadas pelas doenças ante as alterações climáticas (no regime de chuvas e na temperatura) em um cenário futuro entre os anos de 2041 a 2070.

A vazante (também chamada de seca) na bacia do Rio Amazonas e seus afluentes é um...

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