7 Apr 2017

O custo socioeconômico do zika na América Latina e no Caribe ficará entre 7 bilhões e 18 bilhões de dólares entre 2015 e 2017, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento  

por ONUBr

O zika afeta desproporcionalmente os países mais pobres da região, bem como os grupos mais vulneráveis de cada país. Economias maiores como o Brasil devem ter a maior parcela do custo absoluto, mas os impactos mais severos serão sentidos em países mais pobres.

O custo socioeconômico da recente disseminação do vírus zika na América Latina e no Caribe ficará entre 7 bilhões e 18 bilhões de dólares (de 22 bilhões a 56 bilhões de reais) entre 2015 e 2017, de acordo com a avaliação de impacto lançada nesta quinta-feira (6) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV).

O relatório “Uma avaliação do impacto socioeconômica do vírus zika na América Latina e no Caribe...

artigo de José Eustáquio Diniz Alves - Portal EcoDebate

O Brasil viveu, no século XXI, um período de crescimento econômico, redução da pobreza e diminuição das desigualdades sociais. Favorecido pelos ventos internacionais do superciclo das commodities, o país avançou em diversos indicadores sociais. Os ufanistas de plantão propagaram a ideia de um “Brasil sem miséria” e lucraram bastante com a ideia de que o Brasil seria a 4ª potência mundial e faria parte do Conselho de Segurança da ONU.

Mas nenhum país do mundo pode se tornar uma potência sem resolver seus problemas elementares de saneamento básico. Estudo recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o Brasil está longe da meta de universalizar o acesso à água, esgoto e coleta adequada de lixo.

A meta do governo seria chegar a 2023 com a universalização do serviço de água e dez anos depois, com o de esgoto, mas no ritmo atual objetivo só vai ser alcançado após 2050. Porém, mantendo-se o ritmo atual, o serviço de saneam...

18 Jan 2017

No começo do século passado, o Brasil assistia a uma caçada sem precedentes ao mosquito Aedes aegypti. Era a época de figuras como o sanitarista Oswaldo Cruz, o presidente Rodrigues Alves e o implacável combate ao mosquito que tinha como maior mal a transmissão da febre amarela. Naquele tempo, a dengue ainda era um mal distante, e os médicos nem sequer podiam imaginar no que viria a ser zika e chikungunya.

Mais de 100 anos depois, o Brasil volta – mais uma vez – a ter o Aedes aegypti como o pior inimigo do verão. A bola da vez parece ser o chikungunya. Logo nos primeiros dias de 2017, o Secretário de Saúde do município do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Matos, disse em entrevista ao jornal O Globo que uma epidemia de chikungunya pode atingir metade dos cariocas (ou mais de 3 milhões de pessoas) neste verão. Fora isso, um levantamento do Ministério da Saúde aponta que ao menos 855 municípios brasileiros estão em situação de alerta ou risco de novas epidemias das doenças que tem o Aedes co...

4 Jan 2017

Em 2016, o vírus zika atravessou as fronteiras do Brasil, onde um surto da doença teve início em maio de 2015, e se espalhou pelas Américas. Até o final desse ano, 48 países e territórios da região haviam registrado 532 mil casos suspeitos da infecção e 175.063 confirmados. No continente americano, patologias transmitidas por mosquitos ameaçam 500 milhões de pessoas.

Aedes aegypti. Foto: Agência Brasil

Em 2016, o vírus zika atravessou as fronteiras do Brasil, onde um surto da doença teve início em maio de 2015, e se espalhou pelas Américas. Até o final desse ano, 48 países e territórios da região haviam registrado 532 mil casos suspeitos da infecção e 175.063 confirmados. No continente americano, patologias transmitidas por mosquitos ameaçam 500 milhões de pessoas.

Para responder à propagação da doença, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) estabeleceu 80 missões com especialistas responsáveis por ajudar os Estados-membros a enfrentar a epidemia. A agência também lançou uma nova est...

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai receber R$ 23 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para aplicar em ações estratégicas de enfrentamento da epidemia de zika, dengue e chikungunya, no âmbito da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) do Ministério da Saúde. Os recursos do BNDES serão destinados ao desenvolvimento de kits de diagnóstico e ações de combate aos vetores de transmissão dos vírus. A participação do BNDES viabiliza a imediata realização de diversos projetos, antecipando resultados para a Saúde Pública e evitando maiores prejuízos à população, principalmente àquela em situação de maior vulnerabilidade social.

Dentre esses projetos, estão ações que visam o desenvolvimento de novos testes rápidos de diagnósticos, com características diferentes daqueles já disponíveis no mercado. Um destes produtos é um moderno teste de diagnóstico molecular que utiliza a tecnologia point of care (P.O.C), que destaca-se por sua capacidade d...

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